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Investir no longo prazo é uma alternativa bastante interessante para quem quer ter mais liberdade financeira no futuro ou até mesmo realizar um sonho, como a compra de um imóvel.

No entanto, é preciso ter em mente que antes de investir no longo prazo é necessário construir uma reserva de emergência. Afinal, essa é uma forma de não perder dinheiro caso ocorra algum imprevisto.


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🪙 O que é investimento de longo prazo
🪙 Qual a diferença de curto e longo prazo
🪙 Por que o investimento de longo prazo é uma boa alternativa
🪙 Qual o melhor método para se investir no longo prazo
🪙 Conclusão


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O que é investimento de longo prazo?

Investir no longo prazo
Investir no longo prazo

Em linhas gerais, investimento de longo prazo é aplicar dinheiro em ativos com o objetivo de resgatar o valor após um período de tempo** normalmente superior a um ano. Entretanto, é de referir que o período vai do objetivo de cada investidor.

Portanto, há quem invista para um, dois, cinco, dez ou até mesmo vinte anos. Uma das vantagens desse tipo de investimento é que quanto mais tempo o seu dinheiro fica aplicado, maiores serão as chances de obter um retorno significativo.

O grande segredo desse investimento está na força dos juros compostos. Além disso, é um jeito de investir diversificadamente de acordo com o perfil de cada investidor.

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Qual a diferença de curto e longo prazo?

A principal diferença entre um investimento e outro é o tempo de aplicação. Assim sendo, o investimento de curto prazo é aquele cujo período de resgate é rápido ou até mesmo instantâneo.

Vale destacar que a reserva de emergência é considerada um investimento de curto prazo. Pois você pode precisar usá-la a qualquer momento. Portanto, ela deve estar em um ativo de liquidez diária para que nenhuma rentabilidade seja perdida no resgate.

Outra forma de investir no curto prazo é o trade. Nesse tipo de operação, você compra um ativo no mercado financeiro com o objetivo de vendê-lo a um valor maior em um curto espaço de tempo que pode ser um dia, um mês ou até mesmo horas.

Por que o investimento de longo prazo é uma boa alternativa?

O investimento de longo prazo é uma chance mais segura de obter boas rentabilidades em uma aplicação. Por exemplo, imagine que você compre uma quantidade de ações do Itaú ou da Petrobrás.

O valor dessas ações oscila no decorrer de um ano, e há possibilidade dela se desvalorizar em um curto período de tempo. Mas ao considerar um prazo maior, como dez anos de aplicação, há muito mais probabilidade dela se valorizar.

Além disso, você ainda recebe dividendos que podem ser reaplicados para aumentar a sua participação societária na empresa. Um grande exemplo de investidor com foco no longo prazo é Warren Buffett.

O que faz essas companhias se valorizarem com o tempo é que parte do lucro é reinvestido no negócio, e por isso, o capital delas cresce proporcionando mais valorização da ação.

Qual o melhor método para se investir no longo prazo?

Como estamos falando de investimentos duradouros, o primeiro ponto a se considerar é o seu perfil de investidor. Ou seja, a sua disposição em correr riscos. Essa análise é fundamental para definir a sua estratégia.

Até porque, quem tem um perfil mais arrojado pode buscar ativos mais arriscados, ao passo que quem possui um perfil mais conservador deve procurar alternativas com menos risco.

Entretanto, independente de qual estratégia você adotar, a procura deve se concentrar em ativos com prazo de resgate maior. Além disso, considere:

  • risco da operação;
  • tipo do investimento;
  • diversificação.

Prazo de resgate

Existem muitos ativos com prazo de resgate longo no mercado, como Tesouro IPCA+, Tesouro Prefixado, LCI, LCA e até mesmo CDB. É importante se atentar ao prazo para não se desfazer do ativo antes.

Pois, muitas dessas opções só pagam a rentabilidade no ato do resgate, e dependendo da sua pressa, você pode perder dinheiro no momento da venda, mesmo sendo um ativo de renda fixa.

Além disso, se a intenção é investir em renda variável, a escolha das ações deve ser focada em empresas que estão em setores com perspectiva de crescimento no longo prazo.

Risco da operação

Ainda que o risco de investimentos para longo prazo seja menor, ele existe. No entanto, para quem não quer correr risco algum, os títulos do Tesouro, e investimentos em CDB, LCI e LCA podem ser uma boa alternativa.

Por isso, é essencial pensar no risco que você deseja correr. Mas, conforme dissemos, por ser um investimento de prazo maior, o risco tende a ser menor.

Tipo de investimento

Há basicamente dois tipos de investimentos no mercado: renda fixa e renda variável. Os investimentos de renda fixa são aqueles que não possuem risco, e estão divididos em prefixado, pós-fixado e híbrido.

Já os ativos de renda variável são mais arriscados, pois o valor deles oscila para cima ou para baixo, sendo que você pode obter bons lucros quanto amargar prejuízos dependendo da época em que for vendê-los.

Diversificação

A diversificação é a palavra-chave para minimizar o risco da operação. Quanto mais diversificado os investimentos estiverem, menores serão os riscos apresentados. Portanto, o ideal é diversificar entre ativos de renda fixa e variável.

Além disso, dentre os ativos de renda variável é possível investir em ações de empresas dos mais variados setores, bem como ampliar os horizontes para outros tipos de ativos, como:

  • BDRs - Brazilian Depositary Receipts;
  • ETF - Exchange Traded Funds;
  • FII - Fundos de Investimentos Imobiliários.

Quanto maior for a diversificação e o prazo de resgate, menor será o risco, e portanto, maiores as chances de obter bons retornos.

Conclusão

Conclui-se com esse artigo que investir no longo prazo é uma boa alternativa, ainda que seja preciso levar em consideração o perfil de cada um, o risco que se deseja correr e o tempo que o dinheiro ficará aplicado.

Entretanto, apesar desses fatores, essa é uma forma de crescer o capital exponencialmente, visto que a rentabilidade é reaplicada, acarretando assim no chamado juros sobre juros.

Vale dizer, todavia, que antes de investir para o longo prazo é necessário ter a reserva de emergência formada para não se desfazer de nenhum investimento no prejuízo, sendo que essa aplicação precisa estar em um ativo altamente líquido.

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